The blog silence is broken today and only today because of the sudden passing of John Dobb's son, John Robert Dobbs. This young man was 18, full of life and was supposed to be graduating from high school today. Instead, they have held a funeral.
You can visit John Dobb's blog here, view the obituary here and read an article discussing his death -- among others -- here. Read John Mark Hick's comments on this tragic death here, and Danny's comments here.
My prayers and deepest sympathies are with the Dobbs family.
Sexta-feira, Maio 23, 2008
John Robert Dobbs (1989-2008)
Segunda-feira, Maio 19, 2008
Hiatus
I'll be taking a break from blogging until sometime in June, I believe. If anything urgent or particularly interesting comes up, I may post on it, but don't count on that. Everything is fine and I have every intention of resuming blogging. I just need to rest and focus on some other things for a little while.
Vou ficar sem postar até algum dia em junho. Tudo está bem. Estou só um pouco cansado e quero prestar atenção em algumas outras coisas por enquanto.
I will be reading and commenting on other people's blogs during this time. Vou ler e comentar sobre os blogs dos outros durante este tempo.
My e-mail address is available on my blogger profile if anyone wants to contact me. Meu endereço de e-mail está disponível no perfil do blogger no caso que alguem quer entrar em contato comigo.
For now, take a look at some past posts I recommend by clicking here.
Domingo, Maio 18, 2008
Os Pensamentos Pecaminosos (1-4)
A séria completa:
Os Pensamentos Pecaminosos (1)
Os Pensamentos Pecaminosos (2)
Os Pensamentos Pecaminosos (3)
Os Pensamentos Pecaminosos (4)
Os Pensamentos Pecaminosos (4)
Cleber sempre quis ter uma piscina. Ao longo de alguns anos foi planejando e juntando recursos, até conseguir construir uma piscina boa no fundo da casa. Foi ótimo...para alguns dias. A água estava boa e todo mundo aproveito, mas o vento trouxe sujeira. Pó e folhas ficaram caindo na piscina, e a água se tornou marrom.
Talvez o muro estava um pouco baixo. Cleber acrescentou um metro à altura do muro, mas não adiantou. O vento não parou de trazer sujeira.
Numa visita à loja de ferramentas Cleber achou uma rede para usar. Ele passou uma tarde inteira tentando tirar cada coisinha na água. É claro, ele não conseguiu tirar tudo, e o vento continuo a trazer sujeira.
Muito desanimado e quase pronto para desisistir e encher a piscinia de terra para fazer um jardim, um amigo chamado João chegou na casa para conversar. Vendo o problema, o amigo de Cleber explicou que o vento nunca para e a sujeira não vai deixar de cair na piscina. Não adianta tentar bloquear o vento o pegar cada folha boiando na água. O que precisa é cloro e um filtro bom.
Numa sexta-feira João ajudou Cleber instalar um filtro e jogar o tanto certo de cloro na água. Com a rede de Cleber eles pegaram algumas das sujeiras. Domingo de manhã, depois de tanto tempo com o filtro ligado e o cloro na água, a água ficou cristalina, e todo mundo aproveitou a piscina novamente.
Preciso explicar?
A piscina é a mente, e a sujeira consiste em pensamentos pecaminosos. Vivendo neste mundo agora nós não vamos conseguir evitar idéias erradas. Enfrentamos tentaçoes a cada momento. Não adianta tentar nos afastar do mundo, nos fechando dentro de um lugar mais "seguro". A tentação ainda vai vir. Não resolve tentar somente nos disciplinar para pegar e rejeitar cada pensamento pecaminoso (mas é importante aprender esta disciplina). O que precisamos é o sangue de Cristo para nos purificar (e não somente uma vez na vida), o Espirito Santo para filtrar o que entra, e um pouco do nosso esforço para colaborar com a obra de Deus. Na realidade, o que "contribuímos" é praticamente nada. Sem o sangue de Cristo e a obra do Espirito Santo, estamos perdidos.
Sábado, Maio 17, 2008
Os Pensamentos Pecaminosos (3)
Os pensamentos podem levar a ação, mas mesmo sem pecado ativo, os pensamentos pecaminosos sujam o ser e mancham a imagem de Deus em cada pessoa. Esta situação torna cada vez mais difícil o arrependimento, que é a decisão de largar os nossos desejos e planos e aceitar o plano de Deus para nossas vidas. O pecado não impossibilita o arrependimento, mas endureça o coração do pecador, fazendo ele menos disposto a aceitar a mensagem de perdão e reconciliação. Além disso, uma vida de rebelião não é uma vida completa e boa. Mesmo se uma pessoa arrepender depois de muitos pecados, ela vai se sentir mal em pensar no tempo perdido sem servir a Deus.
Para o cristão, o pecado, em pensamento ou ação, piora muito a capacidade dele a arrepender.
"Ora, para aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo, experimentaram a bondade da palavra de Deus e os poderes da era que há de vir, e caíram, é impossível que sejam reconduzidos ao arrependimento; pois para si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, sujeitando-o à desonra pública. Pois a terra, que absorve a chuva que cai freqüentemente, e dá colheita proveitosa àqueles que a cultivam, recebe a bênção de Deus. Mas a terra que produz espinhos e ervas daninhas, é inútil e logo será amaldiçoada. Seu fim é ser queimada" (Hebreus 6:4-8 NVI).
Muitos lêem estes versículos com medo, pensando que talvez eles não serão aceitos depois de pecar, mesmo com arrependimento verdadeiro e de coração. Com certeza, esta passagem é uma advertência para quem não leva a vida Cristã em sério. Porém, não está escrito nada sobre Deus não aceitando o cristão que peca de volta. O que fala é que o pecado dificulta o arrependimento.
Cada pecado torce algo no íntimo do ser. Afastamos de Deus e perdemos a sensibilidade espiritual. Quem conheça Cristo e sua cruz já foi iluminado. Pecado ativo, nos atos ou nos pensamentos, faz que o discípulo perde a vontade de seguir Cristo. Não é que ele quer voltar para Deus e não pode, mas que ele não quer mais andar com Jesus.
Sexta-feira, Maio 16, 2008
Jesus Crucificado (2)
"Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus" (1 Coríntios 1:18 NVI).
Quem manda no mundo de hoje? Os poderosos. São as pessoas que formaram, com poucas exceções, de faculdades bem-conceituadas. Os que não têm diploma honrável têm dinheiro. Quem começou pobre não continuou pobre no caminho ao poder. Nunca vi um pobre sem contatos (amigos ou pelo menos alguém para apoiar) tomar posse da presidência de um país.
São os ricos e "inteligentes" que mandam, e os demais não têm poder. Por isso, a cruz não faz sentido para os "sábios" do mundo. Esta história de um rei que nasceu num estábulo e morreu numa cruz não faz sentido enquanto avaliado pelas normas do mundo caído.
Quem aceita a mensagem da cruz normalmente não é rico ou famoso. Aconteça, mas é raro. Os que estão perecendo são aqueles que aceitam o mito que a força resolve tudo. Eles acreditariam em alguém que começou pobre e prosseguiu para a riqueza, vencendo obstáculos e inimigos ao longo do caminho. Francamente, creio que abraçaram o homem que coloca os inimigos nas cruzes muito antes de aceitar um que morre numa cruz como rei.
As pessoas que não tem muito poder aceitam com mais facilidade o evangelho, porque é a história da humilhação gloriosa, a opressão vencida pela fraqueza.
Se os poderes tivessem entendido sobre Jesus, eles não teriam o matado. Mas, eles não sabiam, e acabaram fazendo o que sempre fazem: esmagaram o inocente. Assim, O Inocente os venceu.
Quarta-feira, Maio 14, 2008
May Synchroblog/Bloggers Unite: Guantanamo Bay in the Eyes of God
It is my firm opinion that Romans 13, written to Christians in the heart of the Roman Empire, has been largely misunderstood throughout history. Writer and recipients were not living under a benevolent regime. Rome conquered and then maintained control through violence and cruelty. It was all about power and domination. Given that context, it would make little sense for Paul the apostle to give carte blanche to political and military authority.
Read more carefully, in light of what we know about Rome's extreme measures to maintain peace and security (the cross is a prime example), Romans 13 makes plain the real duty of earthly powers. The authority of state is to be used to approve of what is good and execute wrath on the wrongdoer. Unfortunately, the fallen powers have always failed to execute faithfully their God-given duty. This passage, rather than serve its original purpose to speak the truth to power, has been utilized to enshrine state abuses in the name of God.
Faced with the criminal actions of terrorist on September 11, 2001, the United States government and others around the world mobilized against a shadowy, militant Islamic group that sought to topple the western world and, truthfully, would like to impose Islam by all means, including force. It is right and correct, given this scenario, for governments to respond to protect the lives and freedoms of the people they seek to represent.
It makes no sense whatsoever, though, to engage in violations of human rights in order to protect human rights. The United States government has overstepped its Constitutional authority with regard to its citizens and the Bill of Rights, but it has gone even further in denying these same rights entirely to non-U.S. citizens located overseas. The United States government has acted as though, because Guantanamo Bay is located on what is foreign soil (albeit under U.S. control) the U.S. Constitution does not apply there. Even if this is true, and I don't personally believe it is a sound legal position, the United States has historically agreed to the Universal Declaration of Human Rights, which includes the following articles:
Article 5. No one shall be subjected to torture or to cruel, inhuman or degrading treatment or punishment.
Article 6. Everyone has the right to recognition everywhere as a person before the law.Article 7. All are equal before the law and are entitled without any discrimination to equal protection of the law. All are entitled to equal protection against any discrimination in violation of this Declaration and against any incitement to such discrimination.
Article 8. Everyone has the right to an effective remedy by the competent national tribunals for acts violating the fundamental rights granted him by the constitution or by law.
Article 9. No one shall be subjected to arbitrary arrest, detention or exile.
Article 10. Everyone is entitled in full equality to a fair and public hearing by an independent and impartial tribunal, in the determination of his rights and obligations and of any criminal charge against him.
Article 11. (1) Everyone charged with a penal offence has the right to be presumed innocent until proved guilty according to law in a public trial at which he has had all the guarantees necessary for his defence. (2) No one shall be held guilty of any penal offence on account of any act or omission which did not constitute a penal offence, under national or international law, at the time when it was committed. Nor shall a heavier penalty be imposed than the one that was applicable at the time the penal offence was committed.
If the Universal Declaration of Human Rights and the United States Bill of Rights are not enough, then there is the higher law to be considered. In the presence of God the acts carried out by the United States government, including the human rights violations committed in Guantanamo Bay and involving possible torture and certain denial of due process, are a crime and degradation of the image of God in humanity. As such, the U.S. government as an earthly power must be called to repentance and to a pursuit of true justice. To do otherwise, to allow the course of events to continue down the same path unimpeded, is to invite divine justice. Just because we cannot see what goes on in Guantanamo Bay and in secret CIA facilities around the world does not mean that God is unable to know, judge and act.
"When all the prisoners of the land are crushed under foot, when human rights are perverted in the presence of the Most High, when one's case is subverted -- does the Lord not see it?" (Lamentations 3:34-36 NRSV). Visit tearitdown.org to learn more about efforts to close Guantanamo Bay and either release the prisoners or get them moving through a genuine system of justice where they can face charges for their alleged crimes.
________________________________
Check out what the following Synchrobloggers have to say about Human Rights:
- Adam Gonnerman on Guantanamo Bay in the eyes of God.
- Julie Clawson on Human rights and Christian comfort.
- Steve Hayes on Human rights and Christian faith.
- Steve Hayes (again!) on Human Rights and Amnesty International.
- Alan Knox on My charade is the event of the season.
- Sally Coleman on If.
- Sonja Andrews on Human wrongs.
- Cobus van Wyngaard on Christianization and Humanization and our task in Zimbabwe.
- Janice Fowler on “Voice overs needed” (oe “Wake up — speak up”).
- Bryan Riley on Bloggers unite for human rights.
- Prof Carlos Z on A new examination of human rights.
- KW Leslie on For those who say Christians have no rights.
- Mike Bursell on Human rights (and Christian responsibilities).
- Phil Wyman on Monks to Iraq.
Jesus Crucificado (1)
A cruz de Cristo ocupa o lugar principal da teologia do Novo Testamento. Na cruz, Deus cumpriu as promessas feitas ao Abraão séculos antes. Através da cruz temos paz com Deus. Foi pela cruz que Cristo venceu os poderes e as potestades, e o batismo nos une com a morte (e a ressurreição) de Cristo. Têm mais exemplos na Bíblia da importância da cruz, mas basta dizer agora que sem a cruz, nada mais da teologia cristã teria força.
Em nossos dias, agora, a cruz é vista como um símbolo religioso ou espiritual. É algo bonito. Na época de Jesus, porém, foi a forma mais dolorosa e humilhante para morrer. A cruz foi um símbolo do poder romano, o poder de subjugação e opressão. Na história vemos que roma usava morte na cruz milhares de vezes, matando escravos rebeldes e qualquer homem que criou descordo pública contra o império. Esta morte sofrida foi um método principal de manter a "paz romana".
No império, ninguém falou sobre a cruz. Não foi gentil. Imagine um grupo de pessoas usando a cadeira elétrica como símbolo. Você já viu o filme "Tropa de Elite"? Você se lembra da cena onde o moço foi colocado dentre de alguns pneus, e os bandidos puseram fogo nele? Agora, o que você acharia de uma seita que veste camiseta com imagem de um homem morrendo assim, e que chamava isso de uma vitória? Foi mais ou menos isso que as pessoas na época romana sentiram ao ouvir a mensagem da morte redentora de Jesus na cruz.
A cruz de Jesus vai contra os valores do mundo. Deus fez o impossível, fazendo a vergonha se tornar gloriosa, e a glória se tornar motivo de vergonha. A cruz, na pregação do evangelho, foi o meio pelo qual Deus ganhou a vitória libertadora sobre os poderes terrestres que usurparam sua autoridade.
Terça-feira, Maio 13, 2008
Nice Story Out of Senegal
The other day I ran across a really nice story on the CNN website about a grandmother who is doing great things in Africa. Check it out here.
Segunda-feira, Maio 12, 2008
Os Pensamentos Pecaminosos (2)
Apesar da opinião de alguns, pensar em pecar é pecado do mesmo jeito que pecar ativamente é pecado. Jesus deixou isso bem claro no ensino dele. Não são somente pensamentos sexuais que fazem parte do problema, mas todos os pensamentos pecaminosos. Se eu tiver ódio no meu coração para uma pessoa, Jesus ensinou que isso era homicídio.
Alguns judeus na época de Jesus preocupavam muito com a parte cerimonial e externa da lei de Deus. Eles evitaram as comidas proibidas aos judeus e comemoraram todas as festas judaicas. Jesus explicou que eles estavam prestando atenção no lugar errado. O pecado começa por dentro da pessoa.
"E continuou: 'O que sai do homem é que o torna 'impuro'. Pois do interior do coração dos homens vêm os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez. Todos estes males vêm de dento e tornam o homem 'impuro'" (Marcos 7:20-23 NVI).
Domingo, Maio 11, 2008
A Friend On His Mother's Death
A friend from college, Jason Steckel (I just call him "Steckdog") wrote recently on his blog about his mother's passing nine years ago. She died quite unexpectedly during his second year at Harding University's School of Biblical Studies (the second year in that program is also the last). He and I studied together in that program, and I remember when this happened and the aftermath. I have to say that, at least outwardly, he dealt quite well with it.
Now Jason's article has been picked up by New Wineskins. Give it a read if you haven't already. It looks like there's a comment option there as well.
You're doing good, Jason.
Os Pensamentos Pecaminosos (1)
Bruno estava apaixonado pela esposa do chefe, mas ele nunca agiu em cima desta fantasia. Em vez disso, ele pensava muito nela e sonhava em como seria namorar ela. Durante todo o tempo ele trabalhou naquela firma, ele nunca pensou que estava pecando, porque foram somente pensamentos. Ela nem desconfiava do interesse dele.
"Vocês ouviram o que foi dito: 'Não adulterarás'. Mas eu lhes digo: qualquer que olhar par uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração" (Mateus 5:27-28 NVI).
Sábado, Maio 10, 2008
Convite ao Culto da Igreja de Cristo em Newark, Nova Jersey

Convido todos os leitores a visitar a Igreja de Cristo em Newark, Nova Jersey. Se você estiver só de passeio na região ou mora por aqui mesmo, seja bem-vindo.
130 Pennsylvania Avenue
Newark - NJ 07114 EUA
[Clique aqui para pedir orientações pelo MapQuest]
Escola Dominical: 9:30
Culto Dominical: 10:30
Reunião de estudo e oração todos as terças: 19:30
DOS Games Archive
Do you remember Doom? How about Scorched Earth? Freeware and shareware versions of these and other games are online at DOS Games Archive. I downloaded Doom because my son remembered sitting in my lap a couple of years ago while I played it, and he wanted to see it again (demented, right?). We had a good time playing Scorched Earth. Sometimes the simpler things are good.
Sexta-feira, Maio 09, 2008
Frank DeFord on the Olympic Games
Check out Frank Deford's comments on NPR regarding the Olympic games. I highly recommend listening to the podcast before or instead of reading the text of his comments. Maybe there is a place for the Olympics, and perhaps my bias against sports that began in high school is showing itself here, but I tend to agree with Mr. Deford on this one.
Flagrante de prostituição infantil em Fortaleza
Fico impressionado com estas coisas. Será que os homens estão sentindo tanto a necessidade de fazer sexo que têm que procurar meninas de 12 anos de idade? Pelo amor de Deus! Minha filha tem quase 11 agora, e fico nervoso pensando nos mortos-vivos que se chamam de "homens" que querem corromper a imagem de Deus numa mocinha.
Existem ministérios para ajudar estas meninas? E para evangelizar os homens que procuram sexo com menores? Quais são os ministérios, caridades ou igrejas evangélicas ou católicas que estão trabalhando nesta área no Brasil?
Quinta-feira, Maio 08, 2008
O Mito Da Violência Redentiva - O Caminho de Jesus (4b)
"Vocês ouviram o que foi dito: 'Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo'. Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos. Se vocês amarem aqueles que os amam, que recompensa vocês receberão? Até os publicanos fazem isso! E se saudarem apenas os seus irmãos, o que estarão fazendo de mais? Até os pagãos fazem isso! Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês" (Mateus 5:43-48 NVI).
O que distingui o ensino radical e contra-império de Jesus de todos os outros movimentos deste tipo é o requerimento de amor. Jesus colocou amor como uma motivação principal, e não somente para aqueles que concordam conosco. Ele exige amor até ao inimigo que nos persegue! No contexto daquela época, isso significava amor e perdão para os romanos e outros gentios que oprimiram os judeus, mas também amor para os ricos e perdão para os traidores que trabalharam no serviço dos romanos.
A resistência pacifica que Jesus ensinou, combinada com solidariedade entre os oprimidos e amor para os opressores, foi a fórmula para uma frente forte contra o mal. Infelizmente, Israel rejeitou seu messias e o caminho da paz que ele ensinou, e acabou sendo julgado por tal rebelião. No meio do primeiro século d.C. começou uma rebelião contra roma em Jerusalém, e em 70 d.C. a cidade e o templo foram destruídos.
A igreja, porém, existe para continuar esta obra de Cristo na terra. Ela declara que Jesus reina e que o tempo dos poderes opressivos já está chegou ao fim. Ela proclama a paz e tem a tarefa de aprender e ensinar novos métodos de resistência pacifica que demonstram que Jesus reina. Ela pratica o amor e vive na solidariedade da irmandade.
Quarta-feira, Maio 07, 2008
Um Vídeo Sobre o Instinct
Alguém de M80, uma empresa de marketing, me mandou um linque de vídeo para mostrar a capacidade do novo Samsung Instinct a achar endereços com mais precisão do que o iPhone. Veja o vídeo em cima. O Instinct será oferecido somente através a Sprint nos EUA. Uma desvantagem é que Sprint não trabalha com cartão sim (o "Smartchip"). Sendo que não é de GSM, imagino que não vai funcionar em muitos países fora dos EUA.
O Mito Da Violência Redentiva - O Caminho de Jesus (4a)
"Vocês ouviram o que foi dito: 'Olho por olho e dente por dente'. Mas eu lhes digo: Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra. E se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa. Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas. Dê a quem lhe pede, e não volte as costas àquele que deseja pedir-lhe algo emprestado" (Mateus 5:38-42 NVI).
Esta passagem é muita mal-entendida. Para começar, "Não resistam ao perverso" tem sido entendido como mandamento de permanecer completamente passivo diante de injustiça. A palavra grega que foi traduzida "resistam" significava, na verdade, ação militar ou de guerra. O que Jesus proibiu, então, foi a violência como resposta a violência. O mito da violência retentiva tento nos convencer (e com muito sucesso, infelizmente) que a violência é a melhor maneira de por fim à violência.
Em qualquer curso de psicologia ou sociologia hoje em dia você vai encontrar "lutar ou fugir" como as únicas respostas possíveis ao perigo. Quando um homem encontra um leao selvagem, ele ou vai lutar ou vai tentar fugir. Isso é lógico. Mas quando a fonte da ameaça é um outro ser humano ou grupo de pessoas, precisamos procurar reagir na forma que Jesus ensinou.
Temos que lembrar que na época de Jesus, o povo de Israel sofreu com uma opressão terrível. Os romanos mandaram em tudo, e a maioria dos Israelitas era sujeito ao império, sem cidadania romana e os direitos que vierem com tal status. Além disso, muitos dos líderes dos judeus eram corruptos. Para escapar do tributo pesado que a Roma cobrava deles, os israelitas ricos emprestaram dinheiro aos mais pobres, aplicaram juros altos e, quando os devedores não conseguiram pagar, os credores tomaram as terras deles. Durante a vida de Jesus os ricos tinham propriedades enormes por cause desta prática, e existiu um número enorme de pobres sem as terras ancestrais deles.
"Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra" (Mateus 5:39b).
Agora, imagine a cena. Você vê alguém bater na face direita de uma outra pessoa. Qual mão ele usou para dar este "tapa"? Se foi com a mão direita, não foi de mão fechada, porque isso acertaria na face esquerda do vítima. Ao mesmo tempo, não foi com a mão esquerda que o agressor bateu, porque na cultura daquela região e daquela época a mão esquerda foi reservada somente para fins "imundos." A batida do qual Jesus estava falando era a de um dito "superior" dando correção a um "inferior." Ou seja, foi dono batendo em escravo ou oficial do governo (representante do poder civil) lembrando um súdito do império de seu lugar.
No ato de oferecer a face esquerda, porém, a pessoa oprimida estava protestando contra os mal-tratos e afirmando sua dignidade como ser humano. Quando ele ou ela ofereceu a face esquerda, ele complicou o segundo "tapa" para o agressor. Com a face esquerda exposta, como ele conseguiria bater novamente com a mão direita?
"Se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa" (Mateus 5:40 ).
De acordo com a antiga Lei de Moisés, a qual foi dada aos Israelitas, não era para tirar o manto do devedor pobre como penhor sem, toda noite, devolver o mesmo manto. O manto, além de ser roupa, era o cobertor do pobre. Sem ele, a noite seria frio demais e o pobre correria risco de vida. Na época de Jesus, como já vimos, a justiça favoreceu os ricos. Na corte o credor rico tiraria praticamente todos os bens e as propriedades do devedor pobre. Quando Jesus mandou seus seguidores a entregar não somente a túnica mas também a capa, ele estava falando para o oprimido sair praticamente pelado da corte.
O escândalo de um pobre saindo sem roupa da corte cairia não em cima do pobre, mas sobre o rico e todo o sistema injusto. Era uma vergonha não usar roupa naquela época, mas foi considerado uma vergonha maior para quem tirou a roupa do próximo. Com este ato, o pobre iria desmascarar a corrupção das justiça em Israel.
"Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas" (Mateus 5:41).
As estradas do império romano foram excelentes. Foram bem construídas e mantidas, e a cada milha existiu uma marca para medir a distância. Os oficiais do exercito romando tinham servos para carregar suas malas, mas os soldados comuns não tinham ninguém para ajudar. De acordo com o codigo militar, o soldado tinha o direito de obrigar qualquer pessoa que não era cidadão romano a carregar sua mochila. Dizem que quando os moradores de um povoado viu soldados chegando, todo mundo sumiu para evitar ter que carregar peso para um romano. Jesus, porém, encorojou os discipulos a ir não somente uma milha, mas duas. Isso não foi bondade, mas complicação para o romano. O código militar estipulo uma milha, e nada mais que uma milha. Ir mais que uma milha com alguém carregando a mala faria o soldado correr risco de disciplina severa. Imagine o soldado final de uma milha insistindo, até implorando para o judeu devolver a mochila e ir embora!
"Dê a quem lhe pede , e não volte as costas àquele que deseja pedir-lhe algo emprestado" (Mateus 5:42).
Pelo contexto, a audiência original de Jesus que ouviu esta mensagem foi composta principalmente de pessoas pobres e oprimidas. Não foram pessoas ricas. O que Jesus fala que não envolve esmolas dadas na rua aos pedintes, mas trata de solidariedade entre os que sofrem. Com solidariedade e amor, a justiça pode vencer.
O amor é um ingrediente necessário nesta luta contra a opressão e a injustica, como pretendo mostrar na próxima postagem.
Terça-feira, Maio 06, 2008
Deuteronômio 24:10-13
"Quando um de vocês fizer um empréstimo de qualquer tipo ao seu próximo, não entre na casa dele para apanhar o que ele lhe oferecer como penhor. Fique do lado de fora e deixe que o homem, a quem você está fazendo o empréstimo, traga a você o penhor. Se o homem for pobre, não vá dormir tendo com você o penhor. Devolva-lhe o manto ao pôr-do-sol, para que ele possa usá-lo para dormir, e lhe seja grato. Isso será considerado um ato de justiça pelo Senhor, o seu Deus" (Deuteronômio 24:10-13 NVI).
Deus deu a lei de Moisés para governar o povo de Israel nos séculos antes de Jesus. Muitos gostam de apontar as passagens difíceis do Antigo Testamento para criticar, mas ignoram as partes como estes versículos de Deuteronômio.
Um homem precisa de dinheiro (ou alguma outra coisa). Ele vai para um conhecido que tem condições e pede um empréstimo. O credor neste caso empresta o dinheiro, mas pede em troca algo para segurar a dívida. Até agora pareça um pouco com a situação financeira moderna. O que é bem diferente é o tratamento exigido quando o devedor é uma pessoa pobre.
O manto foi usado como cobertor no frio da noite pelos pobres. Sem o manto, o devedor iria passar frio e até correr risco de doença e morte. Misericórdia foi a obrigação do credor, com a lei de Deus falando que era para devolver o manto cada dia ao pôr-do-sol.
Esta foi a lei de Deus, dada por meio de Moisés. Era a lei do antigo povo de Israel, e não é uma exigência da lei hoje em dia. Porém, será que a igreja pode fazer menos? Será que cristãos não podem e, de fato, devem procurar agir com um máximo de misericórdia e amor para com os necessitados?


